Nesse tempo, o vovô que era apaixonado por ela já tinha morrido. Era um cristão conservador, integralista, grande trabalhador e, no mínimo, melancólico, se não depressivo. Um homem bom, silencioso, honesto, que nas poucas vezes que corrigia os filhos com castigos físicos, se escondia pelos cantos pra chorar arrependido sem desmoralizar a corrigenda. O pedreiro dos porões de pedra e das pontes das estradas.